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segunda-feira, 9 de abril de 2012

cronica - Camburock 1977 eu fui


Yés, I was. Não no quente, circulando nos engarrafamentos da via expressa do Estado de Nova York rumando para a rural cidade de Bethel, no estado de Nova York, no chuvoso fim de semana entre 15 e 18 de agosto de 1969 para invadir com mais de 500 mil pessoas a fazenda de 600 acres de Max Yasgur, e participar do evento único e lendário de música popular da era hippie da paz e amor e da contracultura, transferido do pequeno vilarejo de Woodstock em função da recusa da população.

No final de janeiro de 1977, dois adolescentes com suas mochilas nas costas, quase dezessete anos de vida e “experiências”, alguma grana no bolso e uma imensa vontade de fazer arte da história do rock brasileiro, participando de um festival que, segundo os organizadores do evento, deveria reunir, em Mato Camboriú, atual praia do Pinho, mais de 100 mil jovens à um custo de 700 mil cruzeiros e a promessa de curtir O Terço, Mutantes, Casa das Máquinas, Bixo da Seda, A Chave, Made in Brasil, Rita Lee & Tutti Frutti, Som Nosso de Cada Dia, Eduardo Araújo, Blindagem, e outras bandas menos votadas, e reproduzir toda a magia do “Woodstock quente” em terras tupiniquins.

Em uma manhã quente do final de janeiro de 1977, partíamos de “Santiures Beach (Praia de Santa Teresinha, no litoral norte do Rio Grande do Sul, entre Tramandaí e Capão da Canoa) rumo à Santa Catarina. Com a sorte dos marinheiros de primeira viagem, rapidamente conseguimos a nossa primeira carona na estrada Interpraias, que nos conduziu até Capão da Canoa. Ainda bafejados pela fortuna, em pouco tempo estávamos em Torres. Atravessando o rio Mampituba (metaforicamente, é claro), deixamos para trás o amado pago do Rio Grande do Sul.

Na BR-101, talvez por estarmos invadindo terras estrangeiras, os ventos da bonança mudaram de sentido. Seria uma saudade prematura do nosso torrão natal? De qualquer forma, foram horas de caminhadas, subindo e descendo, os dedos indicadores cansados de tantas negativas já ligados no automático, resolvemos parar em um posto de combustíveis, pois aproximava-se o anoitecer, e nossa inexperiência mochileira falou mais alto, melhor não correr riscos na estrada à noite. Encontramos um grupo de roqueiros que, assim como nós também estavam se dirigindo para o festival, vindos de cidades do interior gaúcho e da capital. Conseguimos uma carona até a cidade de Tubarão, com a intenção de jantar, pois até o momento tínhamos sobrevivido com os lanches que havíamos trazido. Caminhando pelas ruas da cidade, sob o olhar desaprovador de alguns moradores, fomos surpreendidos por um temporal de verão. Conseguimos abrigo na rodoviária, onde fizemos um lanche e experimentamos uma mistura de cerveja com coca-cola, sob protestos veementes do meu estomago. Adormecemos nos bancos de madeira embaixo da marquise, preocupados e alertas.

Quando amanheceu, inquietados com o atraso em nosso planejamento inicial, resolvemos assaltar nossos cofrinhos e pegar um ônibus até Florianópolis. Recuperado o tempo perdido, retomamos a estrada e, duas caronas após, nos encontrávamos no alto da colina que nos levaria, por uma estradinha surrada de terra, com cercas de telas, ao acesso junto à Praia do Pinho, em um local chamado Mato Camboriú.
Descemos a estrada de chão batido com nossos corações nas mãos, antevendo o espetáculo que nos esperava. Aproximamo-nos de uma grande área verde cercada, tendo ao fundo o maravilhoso e morno mar de Santa Catarina, adquirimos nossos “passaportes” e acessamos o local.

Visualizamos uma pequena cidade de barracas multicoloridas, e apesar de somente doze mil pessoas das cem mil previstas terem comparecido, foram três dias e noites muito intensos de rock n’ roll, celebração de paz e amor à beira mar, Rita Lee & Tutti Frutti, Casa das Máquinas, Made In Brasil, o Bixo da Seda, de Porto Alegre, A Chave, de Curitiba , Eduardo Araújo, Som Nosso de Cada Dia, Blindagem, entre outros. O Terço e os Mutantes cancelaram e muitas bandas não programadas se apresentaram de graça.

Traído pela distancia temporal de mais de 30 anos e pela sublimação natural de um jovem de 17 anos que pela primeira vez participava de uma celebração desse tipo, lembro-me dos banhos de mar, de assistir aos shows deitado na grama, tendo o céu estrelado como teto e o gigantesco palco e sua pirotecnia de luzes, movimento e som como um caleidoscópio dos sentidos, e assim adormecer, sendo despertado em seguida por um riff de guitarra ou a batida de uma bateria. Lembro da figura mitológica do Fughuetti Luz levantando o público e a gente cantando junto “Todo mundo sabe, que é bom se antenar, Nessas histórinhas que a cabeça faz, Se você não corre, pode até ficar, Dentro de um quadrinho, e é pra sempre achar, que tah bom,Todo mundo sabe, que é bom se espalhar, Mas às vezes corre muito devagar, Subindo a escada pra depois descer, Com muito cuidado pra não tropeçar em você, Não perca o trem, E deixa acontecer, Não perca o trem, É pra não se perder, Deixado no centro do amor, Compreendendo o sonho e nada mais..." Lembro da Polícia Federal ameaçando suspender o festival se os roqueiros continuassem com os palavrões. Lembro do Simbas, vocalista da casa das Máquinas ficando nu no palco.

E o carnaval provocado pelos Hare Krishna, suas batas laranjas, seus cortes de cabelo, pinturas e instrumentos ecoando o mantra "Hare Krishna, Hare Krishna, Krishna Krishna, Hare Hare, Hare Rama, Hare Rama, Rama Rama, Hare Hare," e criando um trenzinho de seguidores que percorriam o acampamento reproduzindo seus cânticos. Um grupo de descontentes acionou a PM, e os trinta Hare Krishna foram colocados em um onibus e um camburão na calada da noite, com direito a abanos e adeusinhos ao som de "Adeus amor eu vou partir..." No quesito ocorrências policiais, trinta jovens maiores de idade foram presos, principalmente por porte de “substancias proibidas”.

A infraestrutura era precária, poucas opções de alimentação, higiene e acomodações, muitas vezes ocorriam panes no equipamento de luz e som, e então os vagalumes cinzeiros produziam o espetáculo, algumas bandas não corresponderam à expectativa, outras programadas não compareceram, rolou muita droga para um “careta” convicto como eu, mas nada disso importava, pois para um jovem porto-alegrense “filhinho da mamãe” como eu, e que nunca havia participado de aventura tão louca em minha tão incipiente vida, estar ajudando a escrever a história do rock nacional era o máximo.
Nos intervalos dos shows, os “mochileiros” do Camburock “invadiam” a praia de Camboriú, subvertendo a ordem e colorindo o ambiente com sua alegria e descontração.

Não pretendo cansá-los com minhas reminiscências da volta para casa, mesmo porque em minha cabeça projetavam-se os três dias mágicos do Festival, e pedindo desculpas as outras testemunhas oculares da história que também estiveram lá pelas incoerências e incongruências relatadas, concluo dizendo que que foi um dos grandes momentos de minha já cinqüentenária vida, pela coragem de estabelecer uma meta e tentar alcançá-la, pela ousadia de, aos dezessete anos tomar as rédeas de minha vida e, sem pedir autorização, seguir o caminho por mim escolhido, pela gratificação de ver concretizado um sonho juvenil e, pela loucura de fazer tudo isso sem nenhum planejamento.
Se faria tudo novamente?

Com a experiência acumulada, tendo tropeçado em todas as pedras do caminho, consciente de nossa realidade atual, e com todos os freios sociais e comportamentais impostos pela sociedade, com certeza NÃO! Infelizmente acreditamos que só podemos nos permitir ser “loucos” e irresponsáveis na juventude, e talvez esse seja um dos motivos por termos nos tornado uma sociedade hipócrita, cruel, materialista e insensível, amoral e sem rumo, correndo desenfreadamente em direção ao abismo de nossas existências, minha culpa, minha máxima culpa...

Concluindo a "história" do Camburock 77, roda a trilha:  
RITA LEE & TUTTI FRUTTI
Rita Lee e Lúcia Turnbull formam a banda Tutti Frutti, banda formada no início dos anos 70 por músicos do bairro da Pompéia, em São Paulo. Entre 1973 e 1978, liderada pelo guitarrista Luis Sérgio Carlini, o baixista Lee Marcucci e o baterista Emilson Colantonio a banda foi o grupo de apoio de Rita Lee, após a saída da cantora dos Mutantes, e com ela gravaram várias músicas de sucesso nacional, tornando-se um dos grandes nomes do rock brasileiro. Rita, além de cantar, tocava piano, sintetizador, gaita e violão. Conseguem um contrato com a gravadora Som Livre, mas esta exige que o grupo assine como Rita Lee e Tutti-frutti. Durante a gravação do primeiro disco, "Atrás do Porto tem uma Cidade", Lúcia Turnbull deixa o grupo. Deste disco saem os hits Menino Bonito, "Mamãe Natureza" e "Ando Jururu".

Mas é com o disco Fruto Proibido, de 1975, que Rita alcança a consagração nacional, com vários sucessos como Agora só falta você, Esse tal de roque enrow e especialmente Ovelha negra. Fruto Proibido torna-se uma espécie de manual para fazer-se rock em português.

CASA DAS MÁQUINAS
A banda começou quando José Aroldo Binda (Aroldo) e Luiz Franco Thomaz (Netinho), dois ex-integrantes da banda Os Incríveis, juntaram-se a Carlos Roberto Piazzoli conhecido como Pisca , Carlos Geraldo Carge, ex-integrante da banda Som Beat, que tocava baixo e guitarra, e Pique, ex-integrante da banda de Roberto Carlos que tocava órgão, piano, saxofone e flauta. No começo ficaram conhecidos como "os novos Íncríveis", fazendo shows por todo o Brasil. Seu repertório incluia músicas de Elvis Presley, Paul Anka, Chubby Checker, Neil Sedaka, entre outros. Nas apresentações vestiam figurinos, se maquiavam e davam grandes performaces teatrais no palco. Em 1974 entraram em estúdio e gravaram seu primeiro LP, intitulado Casa das Máquinas.

MADE IN BRAZIL é a banda de rock mais antiga em atividade no Brasil. Formada em 1967 no bairro da Pompeia (Berço de muitas bandas na época, Os Mutantes, Tutti Frutti, etc...) pelos irmãos Oswaldo Vecchione e Celso Vecchione.O primeiro disco "Made in Brazil" de 1974, famoso disco conhecido como o "Disco da Banana" (pois trazia o desenho de uma banana na capa principal), cultuado até hoje como um dos melhores discos de rock da década de 70, trazia um rock vigoroso e com vocais muito bem elaborados por Cornelius ("Cornélius Lucifer"). Esse disco conta ainda com o baterista Rolando Castello "Junior" que logo depois formaria a Patrulha do Espaço. Em 1975 é lançado "Jack o Estripador", disco já com Percy Weiss nos vocais e Ezequiel Neves na produção, e muitas músicas que fizeram sucesso durante muito tempo, embalando a trilha sonora de muitos jovens na época como Jack o Estripador, Quando a Primavera Chegar, Batatinhas etc... "Minha Vida é o Rock'n Roll", outro disco do final da década de 70, já traz o próprio Oswaldo como vocalista principal além de baixista, função essa que exerce até hoje. Logo depois lançam um disco ao vivo com o nome de "Pirata".

BIXO DA SEDA foi uma banda de rock progressivo formada em Porto Alegre em 1967, e que iniciou a carreira com o nome de Liverpool Sounds.
No início da década de 1970 adotaram o nome de Bixo da Seda e se transferiram definitivamente para a cidade do Rio de Janeiro.

Em 1976 o grupo lançou o LP Bixo da Seda, que continha várias composições de integrantes do grupo. Na mesma época, se apresentaram como grupo de apoio ao conjunto vocal As Frenéticas.
Apesar da sua produção pequena, a banda até hoje é famosa no circuito progressivo gaúcho e, possivelmente, foi a partir dela que se originou o termo "rock gaúcho".
Integrantes: Fughetti Luz - voz, Pecos Pássaro - guitarra, Mimi Lessa - guitarra,  Renato Ladeira - teclados, Marcos Lessa - baixo, Edson Espíndola - bateria.

A CHAVE
Banda de hard-rock formada em Curitiba em 1975 por Ivo Rodrigues (guitarra e vocal), Paulino de Oliveira (guitarra e vocal), Carlão Gaertner (baixo) e Orlando Azevedo (bateria). Aparentemente eles teriam gravado um lp em 1976, porém se existe é raríssimo. Não confundir com a quase homônima banda paulistana (A Chave do Sol) . 

SOM NOSSO DE CADA DIA
Formado em 1970 por Manito (teclados, violino, flauta, sax), Pedrinho (vocal e bateria), Pedrão (baixo, viola e vocal) inicialmente chamavam-se CABALA, tendo sido o primeiro grupo brasileiro à aparecer com os rostos pintados em cartazes publicitários – muitas pessoas pensam que isto começou com os SECOS & MOLHADOS. Pouco tempo depois sob a influência de Capitão Fuguete – pseudônimo de Paulinho Machado, figura lendária no meio artístico, poeta e historiador musical, resolvem trocar o nome da banda para SOM NOSSO DE CADA DIA – título de um poema feito por ele. O primeiro show feito com este nome foi no ginásio do Ibirapuera no Kohoutek Festival em 1973. Gravam então seu primeiro e clássico álbum – Snegs – marco do progressivo brazuca, lançado em 1974, praticamente na mesma época em que fazem os shows de abertura da famosa turnê de Alice Cooper, fazendo cinco memoráveis shows com um público estimado de 140.000 pessoas!

BLINDAGEM
No final dos de anos de 1970 o Brasil sofre uma pequena transformação musical quando o rock começa a se sobressair ou ter mais destaque no meio artístico musical e é neste contexto que surge, em Curitiba, a Banda Blindagem, a legítima representante paranaense da grande onda que se espalhava pelo planeta. Em 1977 a banda já existia e sua formação, em pequenas apresentações era: Paulo Juk (baixo); Amauri Stochero (guitarra e vocal); Alberto Rodriguez (guitarra);Mário Júnior (bateria). Com esta formação a banda cresceu e passou a se apresentar em festivais, clubes, ginásios, concursos, parque e praças com um verdadeiro rock agressivo e performático e de maneira compromissada com o trabalho. Isto a partir de 1978.Suas principais apresentações neste período foram nos festivais de Águas Claras e Camburock.

E para dar uma colher de chá para os ausentes:

O Terço
Uma das maiores bandas de rock brasileiro da década de 70, o Terço iniciou suas atividades no final da década de 60 contando na época com a seguinte formação: Sérgio Hinds (guitarra, vocal), César das Mercês (baixo) e Vinícius Cantuária (bateria). Lançam seu primeiro disco em 1970 com Jorge Amiden no lugar de César das Mercês, basicamente rock anos 60 com algumas leves pitadas de progressivo. Somente em 1973 com o lançamento do segundo disco é que adotam definitivamente o progressivo, embora seu disco mais famoso tenha sido o Criaturas da Noite, um clássico do rock brazuca! Nesta época a banda contava com Hinds, Moreno, Magrão e Flávio Venturini (teclados, viola, vocal). Apesar de ser o disco mais famoso do Terço, estranhamente até hoje a única edição em cd deste disco foi da versão em inglês (!) lançada em 1976 visando o mercado externo. Em 1976 lançam Casa Encantada, com a participação de César das Mercês desta vez na flauta. Logo após Venturini deixa a banda, que lança mais três discos, desta vez optando por uma sonoridade mais MPB. Desaparecem então por um bom tempo, retornando em 1993 com Time Travellers, desta vez com Sérgio Hinds (vocal, guitarra), Luiz de Boni (teclados), Andrei Ivanovic (baixo) e Franklin Paolillo (bateria). Em 94 sai mais um disco, desta vez gravado ao vivo com uma Orquestra Sinfônica!


OS MUTANTES
Os Mutantes é uma banda brasileira de rock psicodélico formada durante o Tropicalismo no ano de 1966, em São Paulo, por Arnaldo Baptista (baixo, teclado, vocais), Rita Lee (vocais) e Sérgio Dias (guitarra, baixo, vocais). Também participaram do grupo Liminha (baixista) e Dinho Leme (bateria). A banda é considerada um dos principais grupos do rock brasileiro. Além do inovador uso de feedback, distorção e truques de estúdio de todos os tipos, os Mutantes foram os pioneiros na mescla do rock and roll com elementos musicais e temáticos brasileiros. Outra característica do grupo era a irreverência. Se antes dos Mutantes, o gênero no Brasil era basicamente imitativo, a partir do pioneirismo de Arnaldo, Sérgio e Rita, abriu-se o caminho do hibridismo. Os Mutantes iniciou suas atividades em 1966, como um trio, quando se apresentaram em um programa da TV Record, até terminar em 1978 com apenas Sérgio Dias como integrante original. Ao longo destes doze anos, foram gravados nove álbuns - sendo que dois deles, O A e o Z e Tecnicolor, foram lançados apenas na década de 1990. Foi nessa década que foi reconhecida no cenário do rock nacional e internacional a importância dos Mutantes como um dos grupos mais criativos, dinâmicos, radicais e talentosos da era psicodélica e da história da música brasileira e mundial.


3 comentários:

josé lisboa disse...

O que fica é a loucura nossa de cada dia

Charles disse...

Se vc erá um careta na época, se apavorou ao entrar, e saio doidão, não tinha como.

Mero Buzzi disse...

Muito Boa Lembrança Camburock. Tbém. Stive Lá! O lugar foi na praia do Estaleirinho, vizinha à do Estaleiro e Pinho, no bairro então chamaado cMata Camboriú. Mui bem escrito sobre 'expulsão' dos Hare Krishna e coincidentemente, estive lá cum Maverick 6 cilindros e chapéu côco com pena de urubú acompanhado de Soninha Ribeiro, de Ourinhos (SP).Inesquecível.

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